mote para a elaboração deste artigo prendeu-se com o facto de, a nos-so ver, existir evidência de que o modelo económico e financeiro mun-dial continua sobre a égide de um paradigma que não aparenta ter ade-rência com a realidade que as sociedades experienciam hodiernamente. À luz do conhecimento que hoje possuímos, torna-se insustentável a continuação da compartimentalização dos saberes científicos utilizados para a reflexão e execução do modelo empregue na gestão económica e financeira das sociedades. Para tal, faremos uso dos conhecimentos de-senvolvidos pela neurociência e a economia comportamental. Como iremos explorar, este paradigma está sustentado, na sua génese, no pensamento clássico originário no século XVIII, repristinado por di-versos autores no pós revolução keynesiana iniciada no segundo quartel do século XX. Ressaltaremos deste pensamento que o indivíduo é considerado como sendo um ser omnisciente, quiçá em termos racionais, omnipotente, desembocando no tão famigerado Homo Economicus. Interessa para tal, em primeira instância, tentarmos entender o pensamento clássico na sua vertente original e posteriormente, nas suas versões mais recentes, contrapondo com a perspectiva keynesiana do investimento e, por conseguinte, das causas inerentes às decisões tomadas pelo indiví-duo e quais os seus impactos na crise que ora experienciamos. Concluiremos com a temática da eficiência dos mercados financeiros, bem como, o papel que a desregulação do sector bancário teve na crise que vivemos actualmente.

  • Formato: PDF
  • Protección: Adobe DRM
  • Limitaciones: Copiar y Pegar: Prohibido / Imprimir: Prohibido
  • Editorial: EDIUAL EDIT. UNIV. AUTONM LISBOA
  • Paginas: 151
  • Edición: 2013
  • Idioma: Portugués
  • ISBN 9789898191540

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